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Quando nasce dezembro, brilha o sol no corpo e na alma. Faço planos, viajo pelo mundo, descrevo amores, pinto rosas em papel de seda.
Sigo os pensamentos do Chico Xavier, ouço o Papa Francisco e sonho abraçar a humanidade inteira.
Rezo em chinês, russo, francês e alemão; uso as cores dos Orixás, e salva-me Jesus Cristo. Choro qundo cantam as crianças as canções natalinas.
Novos ciclos começam. Ouço em silêncio os mantras do Oriente. Tenho na sala, as flores de Buda.
Quando nasce dezembro, tudo posso e desejo. Recebo e dou abraços. Tenho fé na força das manhãs.