Sim e Não
cruzam ilhas e mares.
-Não! Não! Não! Não! Não!
Um eco desce das nuvens,
acalmam as ondas, cessam
as tempestades.
Desvairados, poetas
afinam as palavras.
gritam: sim, não,
não e sim.
Fios de vento
marcam o compasso
na dança dos erros.
Vamos
Vamos ouvir poemas
que embalam amores
adormecidos no leito
das almas.
Num canto da noite,
as flores revelam segredos
de pássaros e árvores.
Vamos acordar manhãs
antes do sol contar
os sonho de Deus.
Lábios sopram a poeira
dos templos, pensamentos
guardam o silêncio dos santos.
Vamos
esperar uma nova luz
na consciência dos homens.
que embalam amores
adormecidos no leito
das almas.
Num canto da noite,
as flores revelam segredos
de pássaros e árvores.
antes do sol contar
os sonho de Deus.
Lábios sopram a poeira
dos templos, pensamentos
guardam o silêncio dos santos.
na consciência dos homens.
Não Sei
Não sigo os caminhos
onde cantam as súplicas
do amor.
Não sei lavrar a pedra
onde guardam os versos
dos poemas impuros.
Só sei continuar o sonho:
ver a minha alma ao vento.
Ser pássaro longe do ninho
e vestir as cores do tempo.
Ver renascer as tuas mãos
no calor dos meus abraços.
onde cantam as súplicas
do amor.
Não sei lavrar a pedra
onde guardam os versos
dos poemas impuros.
Só sei continuar o sonho:
ver a minha alma ao vento.
Ser pássaro longe do ninho
e vestir as cores do tempo.
Ver renascer as tuas mãos
no calor dos meus abraços.
Recuerdos
O primeiro amor passou.
O segundo amor... Ah!
Foi sacrificado
no olhar dos dragões
tatuados no peito.
Meus amores passaram
como rios a levar o lixo
deixado nas margens.
O segundo amor... Ah!
Foi sacrificado
no olhar dos dragões
tatuados no peito.
Meus amores passaram
como rios a levar o lixo
deixado nas margens.
Plumas e ventos
Entre nuvens,corpos nus,
entregam-se ao amor.
Brilham os lábios,
Murmuram palavras...
Lambem estrelas,
e o azul da tarde
molhada no outono.
Os olhos fixos
na pele úmida,
sonham amores
sob plumas
e ventos.
entregam-se ao amor.
Brilham os lábios,
Murmuram palavras...
Lambem estrelas,
e o azul da tarde
molhada no outono.
Os olhos fixos
na pele úmida,
sonham amores
sob plumas
e ventos.
Ao novos
Tudo novo após um sonho
com os olhos na aurora
do meu sonho matinal.
A velha criança no homem
não vê vermelhos e rosas
nas manhãs de carnaval.
Novas são as flâmulas
da esperança, no ritmo
depois do vendaval.
com os olhos na aurora
do meu sonho matinal.
A velha criança no homem
não vê vermelhos e rosas
nas manhãs de carnaval.
Novas são as flâmulas
da esperança, no ritmo
depois do vendaval.


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