Quem dera eu fosse
um pássaro sem asas.
Ao menos receberia cuidados.
Ouço agora trovoadas
e o barulho das pedras
mais pesadas.
Passa o tempo de hora dura,
almas frias e atormentadas.
Sinto a tua mão fantasma
na minha pele crua, azeda
e áspera.
Não morrerei sem ver
a tua sombra magra,
após o vento soprar as ondas
e as espumas sobre as águas.
um pássaro sem asas.
Ao menos receberia cuidados.
Ouço agora trovoadas
e o barulho das pedras
mais pesadas.
Passa o tempo de hora dura,
almas frias e atormentadas.
Sinto a tua mão fantasma
na minha pele crua, azeda
e áspera.
Não morrerei sem ver
a tua sombra magra,
após o vento soprar as ondas
e as espumas sobre as águas.
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