| Colei teus poemas na cores e dobras dos vestidos. O eco das palavras multiplicam as fibras do coração das almas dilaceradas. Assim passas... Renovas os sentidos e entregas à noite, as lembranças do dia. Quebram-se os relógios, esqueço-me das horas desmarcadas. Sinto a falta de tua alegria. |
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