.
.
.
Queria que a manhã de ontem
fosse a mesma daquele mês de agosto
quando teu rosto colava-se ao meu.
Queria a literatura mais pomposa,
e a voz mansa a desenhar palavras
em cores no vazio da minha alma.
Havia perfumes no verde das folhas
soltas nas margens.
A mão insiste na arquitetura do poema,
retoca uma fotografia do eterno amor,
nas páginas e temas do caderno azul.
.
.
Queria que a manhã de ontem
fosse a mesma daquele mês de agosto
quando teu rosto colava-se ao meu.
Queria a literatura mais pomposa,
e a voz mansa a desenhar palavras
em cores no vazio da minha alma.
Havia perfumes no verde das folhas
soltas nas margens.
A mão insiste na arquitetura do poema,
retoca uma fotografia do eterno amor,
nas páginas e temas do caderno azul.
Nenhum comentário:
Postar um comentário